Sempre tive uma relação muito próxima com os livros. Desde miúda que adoro ler e crio um laço forte com o objecto em si: adoro pegar, folhear e cheirar o livro; sentir que é meu e que aquela história também me vai pertencer sempre. É claro que há livros que não vivi como muitos outros, mas acredito que talvez não fosse a altura certa para os ler ou que aquele livro não me escolhera - eu acredito que são os livros que chamam por mim e que me escolhem para os ler.
fevereiro 15, 2016
fevereiro 11, 2016
O que mora cá dentro
É fácil sentirmos o conforto da rotina, dos dias sempre iguais, do aconchego da família e dos que nos são mais próximos. E, por vezes, caímos no erro de fazer as escolhas que não devíamos. Porque nos deixámos levar, porque somos vistos de determinada maneira aos olhos dos outros e não queremos desiludir ninguém e, por isso, vestimos a capa e lá vamos nós, rumo à nossa incerteza.
janeiro 28, 2016
Ser vegetariana: como e porquê
Há quatro meses, mudei radicalmente a minha alimentação. Sim, foi radical. Deixei de comer carne e peixe de um dia para o outro, tal como deixei de consumir laticínios. Já há algum tempo que andava a adiar esta mudança, porque ainda vivo com os meus pais e não sou eu quem faz as refeições. Contudo, o passo foi tomado a dois: eu e o meu irmão decidimos tomar esta decisão juntos - o que nos facilitou a vida.
janeiro 04, 2016
Mãe, coisa sem fim
Não sou mãe, mas se há amor que mais curiosidade me desperta é esse: o amor por um ser feito de nós. Do nosso sangue, da nossa pele, do nosso ar. De tudo aquilo que tentamos imaginar, mas não conseguimos. Mãe, para mim, é uma coisa sem fim. Não tem nunca um ponto final, porque vive através da vida. Ultrapassa o tempo. E cose o nosso coração ao dela, com um nó cego. Porque o amor é isso, um nó que nunca se desata.
Podia continuar a falar da mãe - na perspectiva de filha - por horas, mas deixo-vos com as imagens de uma sessão bonita, no Jardim Botânico da Universidade de Coimbra, tiradas em Dezembro do ano passado.
janeiro 02, 2016
Despedida de solteira | Mariana
Para começar o novo ano a sorrir, e porque já não venho aqui - pelo menos como gostava de vir - há algum tempo, decidi partilhar convosco uma das sessões mais divertidas que fiz em 2015.
Conheço a Mariana desde sempre. Foi ela que me desafiou a fazer a minha primeira sessão de despedida de solteira, há uns anos atrás (ainda eu não sonhava que iria levar isto tão a sério). O facto é que voltei a encontrar a então noiva e algumas amigas em comum das duas que já tinha fotografado. Tal como a Mariana já tinha feito, as amigas quiseram surpreendê-la e o resultado foi este: passeio de barco pelo Mondego, muita animação pelas ruas de Coimbra e confetis pelo ar!
dezembro 31, 2015
2015, foste muito bom
Não sou a maior adepta de listas de resoluções para o ano novo. Gosto do sabor da surpresa, daquilo que superamos com medo e que nos dá o maior dos gozos. Gosto que a vida me traga as pessoas, os sabores, as cores, a música boa e as leituras de final de dia. Este ano não vou escrever nenhuma lista. Vou antes agradecer tudo aquilo que 2015 me trouxe: as famílias bonitas que fotografei, a minha primeira exposição, as pessoas que conheci, as viagens que fiz cá dentro, os concertos a que assisti, os projectos que abracei, os livros bons que li, o meu cabelo - que dei a quem mais precisa -, a mudança radical de penteado, o acreditar que só não comendo animais os posso verdadeiramente proteger - sou oficialmente vegetariana -, o amor de todos os meus e o continuar a girar o caleidoscópio que habita dentro de mim, sempre à procura de mais. Vou continuar a fazer por ser muito feliz, com todos os sonhos a que tenho direito. E que 2016 me traga ainda mais vida. ♥
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