outubro 07, 2015

Into the woods


Estas duas miúdas cheias de pinta, Alex e Claire, estão a fazer voluntariado, através do programa EVS, na RAIZVANGUARDA. Chegaram em Junho e já me conquistaram o coração. Têm muito para partilhar e uma vontade enorme de aprender. E eu de ajudar. Aproveitámos as primeiras folhas de Outono para nos divertirmos um bocadinho e o resultado foi este.

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These two wonderful girls, Alex and Claire, are EVS volunteers at RAIZVANGUARDA. They came in June and already conquered my heart. Both have beautiful things to share and a huge will to learn more. And I feel happy to help. As the first Autumn leaves arrived, we took the opportunity to have a little fun and this was the result.

setembro 21, 2015

D(o)ar cabelo

Em miúda, sempre adorei ter o cabelo bem comprido. Cortá-lo era mesmo um pesadelo e topava sempre o piscar de olho que a minha mãe dava à cabeleireira, como que a consentir um centímetro a menos de cabelo. Hoje, sou a maior das aventureiras no que toca a cortes de cabelo. Deixo-o crescer e depois corto-o pelo ombro ou então faço uma franja valente e depois arrependo-me. Mas se a vontade estiver lá, tenho de cortar. No início do Verão, tinha o cabelo comprido e queria fazer um corte bem curto, para me poder sentir mais leve. Foi esse o mote para poder dar o que não me ia fazer falta. Depois de me informar sobre todos os locais onde poderia doar cabelo em Portugal, percebi que, infelizmente, os recursos para fazer perucas de cabelo verdadeiro não eram suficientes e, para além disso, eu não tinha os 30 centímetros de cabelo pedidos pela Liga Portuguesa Contra o Cancro. Foi fácil encontrar a Little Princess Trust, para onde enviei os meus 23 centímetros de cabelo. Esta é uma associação que dá a inúmeras crianças do Reino Unido e Irlanda a possibilidade de usarem uma peruca de cabelo verdadeiro, através de doações de cabelo feitas por qualquer pessoa.


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setembro 14, 2015

A exposição


caleidoscopicamente falando é o mundo que me rodeia e que trago dentro de mim. As pessoas, as cores e as palavras: tudo captado com o coração, na certeza de criar um sempre nas minhas memórias. Desde menina que pegava nos caleidoscópios que via nas lojas de brinquedos e ficava a olhar através deles durante minutos sem fim. Girava o manípulo para conseguir ver mais, como hoje procuro sempre deixar a porta aberta para o que de novo vier. Escolhia as minhas formas favoritas, como hoje traço as metas que quero alcançar. Como o caleidoscópio, sou um conjunto de sentimentos que se sucedem e transformam constantemente. Sou a vida que há em mim e nos outros. E gosto de reproduzir o que cuidadosamente observo, para que o manípulo da inspiração se mantenha inquieto.

No dia 4 de Setembro, abrimos oficialmente as portas da exposição caleidoscopicamente falando, na Escola-Estúdio RAIZVANGUARDA. Foi um passo importante que dei, em conjunto com pessoas de quem gosto muito e que fazem com que tudo tenha outro sentido. Ficam aqui alguns registos, feitos pela Alex - nossa voluntária EVS - que mostram um bocadinho daquilo que foi a inauguração.

setembro 11, 2015

Matérias do Coração: o Miguel Araújo


Sou fã assumida do Miguel Araújo. Vibro com todas as músicas dele. Sim, TODAS. Músico exímio, inigualável e com uma banda que lhe assenta mais que bem. Tive a oportunidade de o fotografar na Ficabeira, em Arganil, e fui a miúda mais feliz da noite. Foi mais ou menos assim como mostro aqui. E era bem capaz de viver disto.

Aviso: post longo - talvez com excesso de fotografias - mas não me consegui conter.

agosto 03, 2015

Meu querido Porto [última parte]


Os últimos dois meses ocuparam todo o meu tempo com exames, mas aqui fica a última parte da minha pequena visita ao Porto. Cidade cheia de cor em cada canto, apesar da neblina que amanhece com ela. O segundo dia foi passado entre o Mercado do Bolhão, a Rua de Santa Catarina e outras ruelas mais escondidas, onde pudemos comer e apreciar o que de bonito têm os movimentos da cidade. Houve tempo para visitar A Vida Portuguesa, entre outras lojas bonitas, e para almoçar a típica francesinha no Café Aviz. O lanche, ao final do dia, foi no Moustache - Coffee House, onde os muffins são de comer e chorar por mais. Se há cidade na qual não me importava de morar era esta. Porque nos acolhe, porque nos aquece e porque nos tem como seus. Uma visita que terá de se prolongar numa próxima, porque o Porto é amor.
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junho 26, 2015

Meu querido Porto [parte 3]


Depois de nos deliciarmos com a vista dos Jardins do Palácio de Cristal, decidimos rumar às ruelas mais escondidas e apertadas. Por entre montanhas de azulejos de todas as cores possíveis e imaginárias, encontrámos a Rota do Chá, um espaço que transpira natureza e Oriente.
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