Numa época em que os corações se enchem ainda mais de alegria e esperança, esta sessão não podia ser partilhada em melhor altura. A segunda parte desta sessão (podem ver aqui a primeira), onde o amor não tem medida e se torna ainda mais forte. Porque a felicidade só faz sentido quando partilhada e a família sabe como nos aquecer o coração.
dezembro 22, 2014
dezembro 17, 2014
Home is where the heart is - parte I
Venho de uma família numerosa, tenho dois irmãos e primos sem fim, e se há coisa que gosto de fazer é registar os momentos que passamos juntos, mesmo que isso só aconteça uma vez por ano.
Estas são as fotografias de uma família também ela numerosa e que transborda amor nos sorrisos que oferece. É bonito poder testemunhar a cumplicidade entre irmãos e primos e as brincadeiras que já são tão habituais. O sentido de protecção que os mais velhos têm para com os mais novos, os nenucos a serem embalados, folhas brancas por pintar e os mais pequenos a quererem morder tudo. Tudo isto num par de horas que me valeram o dia! Foi como se tivesse voltado novamente à minha infância e revivesse tudo, mas de forma mais consciente. E sentir que o nosso lugar é mesmo onde está o nosso coração. Aqui ficam algumas fotografias da primeira parte desta sessão.


novembro 28, 2014
Let your heart be light
O Natal traz-me sempre memórias doces. De mesas cheias, da família reunida e do calor que esta época alberga. Da árvore que montamos em Dezembro e das "guerras" que se faziam para colocar a estrela no topo. Do dia 25 e de correr para o quarto dos meus irmãos para podermos ir abrir os presentes. Esta época, para mim, sempre foi sinónimo de família. A família que está sempre connosco e a família que não está tão perto, mas sempre junto do coração. E o bom que é ter uma família. E ser-se grato por ela.
Esta foi a primeira sessão de Natal que fiz e que me encheu por completo o coração. Família é isto.
Esta foi a primeira sessão de Natal que fiz e que me encheu por completo o coração. Família é isto.
novembro 10, 2014
Fotografar a alma
Cada vez aprecio mais a beleza e intrínseca naturalidade do ser humano. O facto de nascermos e já sermos tanto na vida de alguém. E termos todas as ferramentos para vingarmos connosco. Não sei descrever este meu fascínio pela minha espécie e por seres ainda tão incompletos, mas tão iguais à natureza. Acho que é isto que me faz apreciar tanto a fotografia de retrato. É o espelho da nossa alma. Transparece nitidamente aquilo que estamos a sentir. Não a nossa história ou o que fazemos, mas o que está aos olhos de quem nos quer realmente ver. Os sentimentos que fogem pelo olhar, sem palavras.
Recentemente, fui fotografar um recém-nascido, no dia do próprio nascimento, à maternidade. Um momento que, certamente, nunca me sairá da memória. Descobrir que a vida, afinal, pode valer momentos tão bons quanto estes. Repito-me imensas vezes, mas não me canso. Isto é uma bênção.
A minha mãe uma vez disse-me que «pinto fotografias». Quero acreditar que sim. E que as pinto tal como as sinto.
Recentemente, fui fotografar um recém-nascido, no dia do próprio nascimento, à maternidade. Um momento que, certamente, nunca me sairá da memória. Descobrir que a vida, afinal, pode valer momentos tão bons quanto estes. Repito-me imensas vezes, mas não me canso. Isto é uma bênção.
A minha mãe uma vez disse-me que «pinto fotografias». Quero acreditar que sim. E que as pinto tal como as sinto.
outubro 27, 2014
Mãe Natureza
Esta última sessão que fiz foi fotografada num sítio muito especial, com uma beleza singular: o Jardim Botânico da Universidade de Coimbra. Sem grandes combinações iniciais, decidimos fotografar neste espaço de um dia para o outro e cedo nos apercebemos que o sítio não podia ser melhor. Em todos os passos que se dão por lá, conseguimos encontrar aquela paz que só a mãe natureza nos oferece. Aquela paz de estarmos connosco mesmos, com o mais íntimo de nós. As árvores já com folhas de todas as cores levam-nos para outra dimensão. Este é, definitivamente, um sítio de tranquilidade. Tal como o são estas fotografias. A calma e a natureza a envolverem-se mutuamente numa dança sem fim, tão terna e vagarosa. A natureza a transformar-se a ela mesma sem se aperceber como. E o quão bonito é presenciar tudo isto.


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