No fim-de-semana passado tive a oportunidade de fotografar um casal que me diz muito. E não podia ter sido em momento mais especial que este: com um bebé a caminho! Foi uma tarde cheia de fotografias, de muito mimo e, acima de tudo, amor. É tão bom poder fazer parte de momentos assim que nem sei como o expressar. Ser testemunha da felicidade de alguém e poder deixá-la guardada para sempre é, de facto, gratificante. Uma benção. Aqui ficam algumas fotografias.
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junho 24, 2014
junho 01, 2014
Baby on the way
Uma das melhores coisas que a fotografia traz é o facto de podermos deixar registados momentos de felicidade pura e genuína. Este foi um desses momentos. Em poucos minutos, consegui captar a alegria desta futura mamã que me é tão especial. Muito amor dentro desta barriguinha e deste coração. Uma grávida linda!
maio 27, 2014
Das pequenas coisas #3
Há dias em que penso que o mundo ainda vai mudar e que vou fazer parte dessa mudança. Com o que sei, com o que aprendi, com a minha força interior. Há dias em que penso que eu sou capaz de mudar o mundo com a minha força ainda tão inocente. Mas acredito nesta força, nestes sonhos impossíveis de querer fazer mais. Pelos outros, por todos. Por mim também. Há dias em que penso que a vida é tão feia, que há tanta maldade lá fora, que nem me apetece sair da cama. E depois há aqueles dias em que um sorriso me desfaz toda. Um sorriso assim. A vida vale a pena. Vale por sorrisos destes.
♥
maio 17, 2014
Histórias sem papel: a Teresinha
Demorei a publicar esta história. A edição foi rápida, mas sabia que tinha de vir acompanhada de uma reflexão muito especial. Porque as pessoas especiais merecem isso. Gosto de fotografar as pessoas no seu natural. Na sala onde costumam ler o jornal, na cozinha onde preparam as refeições, no seu dia-a-dia. Para mim, essa é a verdadeira fotografia que eterniza a vida de cada um. Estas Histórias sem papel vêm contar, sem muitas palavras, histórias de vivências e pessoas, no seu natural, através de fotografias. Histórias sem papel, porque uma fotografia vale mesmo mais que mil palavras.
Esta foi uma "mini-sessão" muito espontânea, nem estava sequer combinada. Eu cheguei, perguntei se podia tirar algumas fotografias e, depois de ouvir alguns "não", consegui deixar gravada uma pessoa tão bonita. Esta senhora é uma verdadeira inspiração. Sempre a conheci por Teresinha. Madrinha Teresinha. E sempre a conheci por ser tão ela, incondicionalmente, em qualquer ocasião. Para além dos gatos que vagueiam pela cozinha e pelo jardim e das rugas tão expressivas, esta senhora é ela mesma, sem qualquer inibição. Alguém que me é familiar e que merece uma história contada em fotografias. E aqui está ela.

♡
maio 05, 2014
In the sun #4
Com os dias cada vez mais solarengos, só apetece aproveitar o bom tempo e passear muito. A última tarde de domingo foi assim, passada à beira do rio, com a Kinfolk, muitas fotografias e muito amor no coração.
maio 02, 2014
abril 15, 2014
As pessoas em mim
Por vezes, é difícil ser-se emocional e escrever o coração. O coração nem sempre se escreve. O coração desmistifica-se e despe-se. E no meio de tudo isto, os laços que criamos prevalecem sempre, bem junto dele. As pessoas com que nos cruzamos na vida são também parte de nós. E apesar da dificuldade em escrever essas pessoas, há sempre uma maneira de as deixar registadas. Esta é a minha maneira de marcar as pessoas em mim. Fotografando-as.
♥
março 06, 2014
março 02, 2014
A preto e branco #2
Uma Lisboa que amanhece.
Cansados vão os corpos para casa
Dos ritmos imitados doutra dança
A noite finge ser
Ainda uma criança de olhos na lua
Com a sua
Cegueira da razão e do desejoSérgio Godinho
Dos ritmos imitados doutra dança
A noite finge ser
Ainda uma criança de olhos na lua
Com a sua
Cegueira da razão e do desejoSérgio Godinho
fevereiro 28, 2014
(Sor)risos #2
Tornar eterno um momento vulgar. Sorrir.
por si só, o tempo não é nada.
a idade de nada é nada.
a eternidade não existe.
no entanto, a eternidade existe.
a idade de nada é nada.
a eternidade não existe.
no entanto, a eternidade existe.
in Explicação da Eternidade, José Luís Peixoto
fevereiro 26, 2014
Nascidos do mundo
Estas são algumas das minhas primeiras experiências com a Nikon FG do meu pai, uma máquina de rolo 35mm. A técnica ainda não é a melhor, mas fotografar em analógico tem muita magia.
todos nascemos filhos de mil pais e de mais mil mães, e a solidão é
sobretudo a incapacidade de ver qualquer pessoa como nos pertencendo,
para que nos pertença de verdade e se gere um cuidado mútuo. Como se os
nossos mil pais e mais as nossas mil mães coincidissem em parte, como se
fôssemos por aí irmãos, irmãos uns dos outros. Somos o resultado de
tanta gente, de tanta história, tão grandes sonhos que vão passando de
pessoa a pessoa, que nunca estaremos sós.
in O Filho de Mil Homens, Valter Hugo Mãe
in O Filho de Mil Homens, Valter Hugo Mãe
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