A história desta sessão continua, agora vez em tons mais quentes e com direito a estetoscópio, para "ouvir" a mana ainda dentro da barriga. Mudámos de cenário e o sol estava a nosso favor, com uma luz incrível e mais que apetecível. Se viram a primeira parte, vão deliciar-se com esta. Famílias bonitas fazem fotografias assim!
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setembro 12, 2016
setembro 08, 2016
Família e Gravidez | Uma Teresa a caminho - parte I
Sou a irmã do meio, mas não me lembro de ver a minha mãe grávida. Eu e o meu irmão mais novo só temos dois anos de diferença. Apesar disso, lembro-me de ele ser bebé e eu dizer à minha mãe o quanto adorava apertar as mãos gordinhas dele. Lembro-me que as brincadeiras passavam sempre por ele ser meu filho e eu lhe dar ordens (típico, não?), mas também de lhe pôr a comida de plástico na mesa, depois de a ter "aquecido" num microondas do Imaginarium. As coisas não ficavam por aqui e volta e meia também lhe punha a mochila às costas para ir para a escola.
agosto 31, 2016
Família | Três, quase quatro
A família que vos trago hoje está bem guardada no meu coração e há aqui uma cara que já não vos é estranha. Depois de ter feito uma sessão só com a barriguinha, a Ana quis juntar à caixinha de recordações os outros membros da família e juntámo-nos todos num final de dia primaveril, mas já com um cheiro bom a verão. O resultado foi amoroso, com o mais pequeno a protagonizar momentos deliciosos e com muitas gargalhadas à mistura. Já vos disse que adoro isto que faço?
agosto 23, 2016
Família | Os cinco

Já se passaram alguns meses desde a última vez que aqui vim. Não foi propositado, mas agora tenho, finalmente, dias de descanso e posso partilhar convosco o que se tem passado deste lado.
abril 07, 2016
Gravidez | Ana
A Ana desafiou-me para uma sessão só com ela e com a barriguinha de final de gravidez. A minha cabeça começou logo a idealizar fotografias e assim surgiu esta coroa de flores. Queria uma coisa com cor, com brancos e com natureza à mistura, sem esquecer a luz de final de tarde.
janeiro 04, 2016
Mãe, coisa sem fim
Não sou mãe, mas se há amor que mais curiosidade me desperta é esse: o amor por um ser feito de nós. Do nosso sangue, da nossa pele, do nosso ar. De tudo aquilo que tentamos imaginar, mas não conseguimos. Mãe, para mim, é uma coisa sem fim. Não tem nunca um ponto final, porque vive através da vida. Ultrapassa o tempo. E cose o nosso coração ao dela, com um nó cego. Porque o amor é isso, um nó que nunca se desata.
Podia continuar a falar da mãe - na perspectiva de filha - por horas, mas deixo-vos com as imagens de uma sessão bonita, no Jardim Botânico da Universidade de Coimbra, tiradas em Dezembro do ano passado.
abril 15, 2015
Sangue do meu sangue
Se há momentos que gosto de fotografar, o estado mais puro de amor é um deles. Quando a vida, ainda pequenina, toma lugar certo nos dias de alguém e o amor passa a ser uma constante. Quando, mão com mão, se agarra o futuro de olhos bem abertos, para não se perder um segundo. Somos seres tão bonitos, que por vezes perco-me na imensidão da nossa essência. Ser humano é muito isto. E eu sou muito feliz a fotografar a felicidade dos outros.
Esta é a última sessão que fiz. Tem muito amor nela e tem sangue do meu sangue.
Esta é a última sessão que fiz. Tem muito amor nela e tem sangue do meu sangue.
janeiro 06, 2015
Autumn leaves
A última sessão que fiz em 2014 foi a uma grávida e respectiva família. Já não fazia uma sessão de gravidez há algum tempo e soube bem voltar a observar o que é viver em pleno estado de graça. Como se se pudesse adivinhar todos os momentos dourados que estão para chegar, da cor das folhas que teimam em assistir à chegada do inverno. Fiquem com algumas fotografias da fria, mas aconchegante, manhã de outono que se fez sentir.
outubro 27, 2014
Mãe Natureza
Esta última sessão que fiz foi fotografada num sítio muito especial, com uma beleza singular: o Jardim Botânico da Universidade de Coimbra. Sem grandes combinações iniciais, decidimos fotografar neste espaço de um dia para o outro e cedo nos apercebemos que o sítio não podia ser melhor. Em todos os passos que se dão por lá, conseguimos encontrar aquela paz que só a mãe natureza nos oferece. Aquela paz de estarmos connosco mesmos, com o mais íntimo de nós. As árvores já com folhas de todas as cores levam-nos para outra dimensão. Este é, definitivamente, um sítio de tranquilidade. Tal como o são estas fotografias. A calma e a natureza a envolverem-se mutuamente numa dança sem fim, tão terna e vagarosa. A natureza a transformar-se a ela mesma sem se aperceber como. E o quão bonito é presenciar tudo isto.


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